Rama Sitaara — Artista Plástica
Escultura em argila de Rama Sitaara
SITAARA STUDIO
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Rama Sitaara

ARTISTA PLÁSTICA

O corpo como matéria, memória e movimento.

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GESTO FISSURA PAUSA TRAMA TEXTURA FIBRA
OBRAS
PEÇA ÚNICA

Incógnita

Argila · 31 × 18 × 13 cm
Status: Não disponível

Existe um momento, no contato com a argila, em que a peça se faz. Ela se cria, ganha vida própria, e eu me torno um mero instrumento a serviço dela. É ela quem diz a que veio.

Mas há momentos em que o tempo é largo, e a peça se manifesta aos poucos. É o caso desta. Incógnita me traz incerteza e, ao mesmo tempo, coerência. Não sei do que se trata, mas essa peça me fascina.

PROJETO

Contorso

Contorso é o gesto do corpo que se torce diante daquilo que o atravessa. Tensão e movimento, contração e abertura, defesa e desejo: um corpo que não permanece estático, que reage, se transforma e encontra outras formas de existir.

CONTORSO — TORSOS

Torso 1

Argila, técnica mista · 45 × 19 × 13 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
CONTORSO — TORSOS

Torso 2

Argila, técnica mista · dimensões a definir
Status: Disponível
CONTORSO — TORSOS

Torso 3

Argila, técnica mista · 36 × 13 × 12 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
CONTORSO — TORSOS

Torso 4

Argila, técnica mista · 42 × 15 × 11 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
PROJETO

Contorno

Se no corpo a tensão desenha seus desvios, a curva abre passagem.

Contorno nasce de uma investigação do feminino através da argila. Um corpo que não se revela por inteiro, mas se oferece em fragmentos, relevos, delicadezas e silêncios.

As curvas não são apenas formas. São caminhos. Desvios que conduzem a territórios íntimos, percursos que guardam algo de secreto, de indizível.

Há suavidades que não são ausência de força. Há delicadezas que abrigam profundidades.

Na matéria, o gesto encontra outras possibilidades de existir. A superfície acolhe marcas, a forma se expande e o corpo se torna paisagem: um lugar a percorrer, sem a necessidade de chegar.

CONTORNO — TORSOS FEMININOS

Entrada

Argila, técnica mista · dimensões a definir
Status: Disponível
PROJETO

Repouso

Se o Contorso é tensão, movimento e contração, o Repouso é o seu contraponto: relaxamento, pausa, o momento em que a obra se volta para si. Aqui os rostos não reagem, contemplam, de olhos semicerrados.

É o que acontece em nós quando algo nos convida à contemplação, seja externo ou interno: o corpo se aquieta, e o olhar encontra espaço para refletir.

REPOUSO — BUSTOS

o Bailarino

Argila, técnica mista · 30 × 19 × 15 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
REPOUSO — BUSTOS

o Viajante

Argila, técnica mista · 21 × 19 × 12 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
REPOUSO — BUSTOS

A menina Clara

Argila, técnica mista · 40 × 18 × 15 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Vendido
REPOUSO — BUSTOS

o Sonhador de um sonho só

Argila, técnica mista · 26 × 16 × 17 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
REPOUSO — BUSTOS

o Basalto

Argila, técnica mista · 30 × 27 × 15 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
REPOUSO — BUSTOS

Um Índio

Argila, técnica mista · 23 × 20 × 12 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível

"Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante, de uma estrela que virá numa velocidade estonteante"
— Um Índio, Caetano Veloso

REPOUSO — BUSTOS

Marcas

Argila, técnica mista · 23 × 19 × 12 cm (altura × largura × profundidade)
Status: Disponível
TRIO — VASOS

Saudade do Mar

Argila, técnica mista · três peças · dimensões a definir
Status: Disponível
PROCESSO

Do gesto à forma

O trabalho nasce do desenho de observação e segue para o barro, em etapas confirmadas uma a uma — cor, acabamento, verniz — até a peça encontrar seu próprio ponto de repouso.

ARTE TÊXTIL

Por um fio

Peças em tecidos e fibras que contrastam com a aspereza e o peso do barro.

Peça têxtil emoldurada na parede
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

Asas

Linha em tela · 60 × 40 cm (altura × largura)
Status: Disponível
Tapeçaria contraluz em moldura de madeira, linhas ondulantes em marrom, preto, ocre e verde-petróleo formando um torso
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

Erosão

Linha em tear, em moldura · 40 × 30 cm (altura × largura) · 2025
Status: Disponível
Tapeçaria em moldura preta, com linhas em azul-claro, amarelo, laranja e vermelho sobre fundo escuro
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

Dragão Mágico

Linha em tear, em moldura · 50 × 50 cm
Status: Disponível
Tapeçaria em preto e branco, em moldura preta com cantos diagonais, com trama escura nas bordas e fios brancos verticais no centro
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

Sozinho

Linha em tear, em moldura · 80 × 40 cm (altura × largura)
Status: Vendido
Tapeçaria em moldura de madeira clara, com trechos tecidos em lilás e amarelo-mostarda sobre fios brancos esticados
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

O Dedo de Deus

Linha em tear, em moldura · 40 × 30 cm (altura × largura)
Status: Disponível
Tapeçaria em preto e branco, em moldura clara, com uma faixa horizontal branca de fios soltos sobre trama escura
POR UM FIO — ARTE TÊXTIL

Sentado à Beira do Abismo

Linha em tear, em moldura · 40 × 70 cm (altura × largura)
Status: Vendido
GRAVURAS E NARRATIVAS

Desenho e narrativa

Trabalhos de ilustração e desenho, incluindo o desenvolvimento visual de Sitra'Za.

LIVRO ILUSTRADO

Sitra'Za

Ilustrações do livro · arte gráfica

Sitra'Za é uma narrativa ilustrada sobre o que só se revela nas lacunas, sobre o silêncio como outra forma de linguagem, e sobre o que acontece quando um vilarejo inteiro precisa olhar para dentro da luz.

Poucos aprendiam onde olhar.

EXPOSIÇÕES

Em cartaz

EXPOSIÇÃO COLETIVA

Do solo ao coro e à orquestra

15.10 a 08.11.2026
Coletivo Domo
Texto crítico: Nilo Almeida

Vernissage em 15.10, às 19h. Entrada gratuita.

Pinacoteca Municipal Guilherme de Carvalho Dias
R. Diamantino de Oliveira, 218, Pastoril, Ribeirão Pires
Das 9h às 17h; sábados, das 9h às 14h
EXPOSIÇÃO COLETIVA

Em Paralelo

17.10 a 17.11.2026
Mery Esposi e Rama Sitaara

Duas artistas, duas trajetórias, duas linguagens.

Texto curatorial

EM PARALELO nasce do encontro entre experiências distintas que encontraram na arte uma possibilidade de expressão. Há, por trás desse encontro, experiências de sofrimento psíquico, inquietações, atravessamentos e estados internos que, em diferentes momentos, pediram uma forma de existir para além do pensamento.

Mas esta não é uma exposição sobre o sofrimento.

É sobre o que fazemos com aquilo que nos atravessa.

O que acontece quando uma experiência interna encontra a matéria? Quando um sentimento encontra a cor? Quando o pensamento encontra o gesto, o corpo, a imagem, a palavra?

Na escultura, o barro torna-se corpo, presença e movimento. A matéria exige contato, força, pausa e delicadeza. Na pintura, cores, formas e personagens recebem aquilo que veio do mundo, foi processado internamente e retorna como expressão. São percursos diferentes, mas que se encontram na necessidade de transformar a experiência em linguagem.

De dentro para fora.
De fora para dentro — e novamente para fora.

Em paralelo.

A exposição propõe um espaço de abertura. Não para oferecer respostas, mas para provocar perguntas. Para observar de perto aquilo que tomamos como certeza. Para experimentar outras formas de perceber, criar e estar em relação.

O fazer artístico aparece como um recurso externo para um movimento interno. E o movimento interno, por sua vez, modifica aquilo que encontramos fora.

Ao longo da exposição, encontros, música, colagem, conversa e movimento ampliam esse campo de experiência. O público deixa de ocupar apenas o lugar de observador e é convidado a participar, criar e perceber.

Na instalação ENTRE NÓS, uma pergunta se desloca do individual para o coletivo:

Como você se expressa?
Onde sua expressão encontra a expressão do outro?
Qual a sua contribuição no todo?
Qual a nossa?

Somos parte e relação.

Cada experiência acrescenta uma camada. Cada gesto pode encontrar outro gesto. Cada expressão pode reverberar em outra.

Porque talvez seja justamente nesse espaço entre o que sentimos, o que expressamos e aquilo que encontramos no outro que novas experiências começam a se formar.

EM PARALELO é um convite à autorreflexão, à experimentação e ao desconhecido.

Sem saber exatamente onde iremos chegar, nos aventuramos.

Experimente.

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WORKSHOP DEGUSTAÇÃO

Domo em Circuito

12.09.2026
Espaço Domo de Arte Contemporânea
SOBRE

Rama Sitaara

Rama Sitaara é artista plástica e visual. Sua pesquisa tem como eixo a condição humana em suas dimensões psíquicas e emocionais, onde mente e corpo se manifestam na consciência.

Essa investigação se materializa sobretudo no barro. Na interação com essa matéria sensível, Rama encontra um campo de elaboração.

Atravessada pela dança, encontra no movimento uma fonte para investigar as marcas que a vida inscreve em nós. A argila registra o gesto, as tensões, o tempo vivido e também o repouso, na contemplação.

A pesquisa se desdobra ainda na ilustração e na narrativa, que levam essas questões para o campo do lúdico. Na tapeçaria, o fio também guarda gesto, tempo e repetição.

CADERNO

Notas do ateliê

Experimentos, testes e processos.

Desenho a tinta preta em caderno: figura de manto ao lado de uma mesa e duas formas em gota; data 5.1.22
Relevo em barro com um rosto de olhos vazados, cercado por arroz, folhas pretas e tampinhas, em preto e branco
Busto de perfil em primeiro plano e dois torsos em argila sobre bases redondas, na bancada
Dois rostos em argila branca e um busto de costas em argila crua, sobre uma estante com luz dourada
Detalhe de perfil de um busto em barro, com luz lateral e cabelo em pequenas massas de argila
Detalhe do rosto de um busto em argila com pintura em tons de terra e verniz brilhante
Busto em argila em silhueta contra a janela, sobre uma base giratória no ateliê
Torso em argila crua, ainda em modelagem, sobre o prato giratório do ateliê, com ferramentas ao lado